DIVERSIDADE

Campanha sobre defesa de direitos marca 132 anos do MPPE

17/06/2023 - Em celebração aos seus 132 anos, completados no sábado (17), o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) elaborou uma campanha para as redes sociais onde vai contar à população um pouco do trabalho que realiza na defesa dos direitos das pessoas, especialmente as mais vulneráveis.

Para contar essas histórias, escolheu-se o tema MP Plural, que traduz a diversidade de atuação do MPPE em diversas áreas.

Nas peças a serem divulgadas, a Assessoria Ministerial de Comunicação Social (AMCS) expõe a atuação do Ministério Público em iniciativas como: promoção do Direito Humano à Alimentação e Nutrição Adequadas, pelo empoderamento e enfrentamento à violência contra as mulheres e pessoas LGBT+, assim como ações contra o racismo.

Assim, durante uma semana, serão publicados vários posts para sensibilizar a população e mostrar que, sempre que for preciso, podem contar com o trabalho do MPPE. Para conferir, basta seguir o MPPE nas redes sociais:

Instagram: @mppeoficial
Facebook: wwww.facebook.com/MPPEoficial 
Twitter: @mppe_noticias
YouTube: www.youtube.com/tvmppe 

O material também está disponível para download nos links abaixo:

Apresentação

LGBT

Mulheres

Racismo

Segurança Alimentar



Conheça também a história do MPPE na matéria e no vídeo abaixo: 

132 anos do Ministério Público de Pernambuco, uma referência na defesa da sociedade pernambucana

Últimas Notícias


MÓDULO AVANÇADO
Membros e servidores do MPPE concluem formação para o uso de ferramentas de inteligência artificial
Imagem da sala de aula com palestrante falando
O juiz Haroldo Carneiro Leão explicou como os usuários avançados podem introduzir ajustes e refinamentos para garantir resultados cada vez melhores a partir dos dados informados às ferramentas de IA

 

27/04/2026 - Membros e servidores do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) compartilharam experiências sobre o uso de ferramentas de inteligência artificial generativa na sexta-feira (24), no módulo avançado do curso IA Generativa: Teoria e prática na produção de textos jurídicos.

A capacitação aconteceu na Escola Superior da Magistratura de Pernambuco (Esmape/TJPE) e foi pensada para expandir os conhecimentos dos integrantes do MPPE que concluíram o módulo básico, com foco na otimização das ferramentas Gemini e NotebookLM para as atividades que fazem parte do cotidiano das Promotorias e Procuradorias de Justiça.

De acordo com a servidora Juliane Costa, que trabalha na Subprocuradoria-Geral de Justiça em Assuntos Jurídicos, o uso de ferramentas de IA como o Gemini, o NotebookLM e o Perplexity já faz parte da sua rotina, para atividades como a pesquisa de assuntos jurídicos, a varredura de informações em processos e a geração de peças seguindo parâmetros já estabelecidos na Subprocuradoria.

“Para mim, o aprendizado desse módulo avançado é a questão da elaboração do prompt. No meu caso, o uso, principalmente do Gemini, ainda é muito casuístico. Praticamente para cada caso que analiso, faço um prompt específico. Minha ideia era poder unir processos sobre o mesmo tema e conseguir, de certa forma, uniformizar. E principalmente porque, se eu já sei qual é o entendimento da Subprocuradoria em relação àquela matéria, fica mais fácil trabalhar um prompt que gere exatamente isso. É lógico que cada caso terá suas especificidades e precisaremos adaptar, mas ter essa regra geral seria excelente”, detalhou Juliane.

Um dos facilitadores do encontro, o juiz Haroldo Carneiro Leão explicou como os usuários avançados podem introduzir ajustes e refinamentos para garantir resultados cada vez melhores a partir dos dados informados às ferramentas de IA.

"Cada gabinete precisa refletir sobre suas decisões estratégicas de como usar a inteligência artificial. Nesse aspecto, a organização e estruturação dos dados têm um papel fundamental, porque eles são aquilo que a máquina vai entender e processar", orientou.

Depois do momento inicial, os inscritos e os facilitadores abordaram casos práticos do uso das ferramentas nos computadores disponibilizados pela Esmape.

ACOLHIMENTO
MPPE lança projeto “Cuidando das Famílias” em Brasília Teimosa


27/04/2026 - Brasília Teimosa recebe, em 7 de maio, às 10h, o lançamento oficial do projeto “Ministério Público Cuidando das Famílias”. A iniciativa, idealizada pela 15ª Promotoria de Justiça da Capital, busca levar ao conhecimento da população a atuação do Ministério Público em questões do Direito de Família. Sob a coordenação da promotora de Justiça Tatiana Souza Leão, o evento ocorrerá no Conselho de Moradores, na Rua Parú, nº 291.

O projeto nasce da premissa de que o trabalho do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) deve ir além dos processos judiciais, focando no acolhimento das histórias e dos laços afetivos, independentemente da configuração familiar, garantindo que os direitos sejam respeitados através do equilíbrio e do diálogo, assegurando uma vida mais segura e digna para todos os integrantes do núcleo familiar. Segundo Tatiana Souza Leão, o objetivo é contribuir para a redução da violência intrafamiliar. 

Por ocasião do lançamento do projeto, a população poderá tirar dúvidas e receber orientações sobre as diversas matérias do Direito de Família, como por exemplo, questões de guarda, pensão alimentícia/execução de alimentos, regulamentação de visita, investigação de paternidade, reconhecimento voluntário de filhos (biológicos e afetivos) e curatela para pessoas em situação de vulnerabilidade.

Ao levar a escuta da Promotoria de Justiça para perto da sociedade, o projeto, além de se alinhar à Recomendação nº 61/2017 do CNMP, que estimula a realização de encontros com os movimentos sociais, também facilitará o acesso à justiça para quem mais precisa, humanizando o atendimento e democratizando o conhecimento, por meio de um diálogo aberto e acessível.  

Segundo a promotora responsável pelo projeto, “a expectativa é que a ação, junto aos moradores de Brasília Teimosa, seja o primeiro passo visando aproximar os Promotores de Justiça da sociedade e fortalecer a atuação extrajudicial da instituição, reafirmando o papel social de guardião da cidadania do Ministério Público”.

GARANHUNS
MPPE consegue na Justiça decisão determinando ao Município o ressarcimento de remuneração dos professores
Imagem de pilhas de moedas sobre uma mesa
Os valores deverão ser apurados individualmente em fase de liquidação de sentença, acrescidos de correção monetária pelo IPCA

 

27/04/2026 - O Juízo da Vara da Fazenda Pública da Comarca de Garanhuns, através da Central de Agilização Processual, atendendo a pedido do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) em ação civil pública, proferiu sentença declarando a nulidade, por vício de ilegalidade e inconstitucionalidade, do Decreto Municipal nº028/2017, que aplicou na remuneração dos professores o critério da hora-relógio (60 minutos) em vez da hora-aula (50 minutos). Em consequência, a sentença também determinou ao Município de Garanhuns o pagamento da diferença salarial resultante da aplicação desse critério ilegal.

A sentença reconhece o restabelecimento da forma correta de cálculo pela Administração Municipal, mas determina o ressarcimento dos valores que foram indevidamente suprimidos dos vencimentos dos professores durante a vigência do Decreto Municipal.

Os valores deverão ser apurados individualmente em fase de liquidação de sentença, acrescidos de correção monetária pelo IPCA desde o momento em que cada parcela deveria ter sido paga e juros de mora 1% ao mês, contados da citação, nos termos do artigo 405 do Código Civil.

HISTÓRICO – Em 2017, o MPPE, por meio da atuação da 2ª Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania de Garanhuns ajuizou a ação civil pública após constatar alteração ilegal na forma de remuneração dos professores da rede municipal de ensino através do Decreto Municipal n°028/2017 e, posteriormente, pela interpretação dada à Lei Municipal nº 4.400/2017. Foi verificado que o Município passou a calcular a carga horária dos docentes com base na “hora-relógio” (60 minutos), em detrimento da “hora-aula” (50 minutos), resultando em aumento da jornada de trabalho sem a devida contraprestação, e, consequentemente, em redução salarial indireta.

A decisão judicial da Vara da Fazenda Pública da Comarca de Garanhuns da ação civil pública 0002764-52.2017.8.17.2640 foi proferida no dia 13 de abril de 2026.

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